segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Alerta para a real causa da perda da família

Muitos idiotas surgiram para falar acerca do desvencilhar dos "laços familiares", sendo que alguns chegaram a mencionar “extinção da família”, tão ridículos chegaram a ser os seus termos.

Como estamos exaustos de saber, é óbvio que estou me referindo aos anti-homossexuais, cujos meios de comunicação ecoam ordinariamente o vocábulo: “homofóbicos” para referi-los.

Se um anti-homossexual envolvido com a religião está mesmo engajado na “preservação da espécie humana” como ele diz (rsrs...), pois então que se torne ambientalista!

Agora, permita-me saltar da questão do preconceito para outro problema social idem preocupante e que vem muito a calhar; o capitalismo.

Eu vou lhes dizer o que é que realmente separa as famílias. Sim, existe mesmo um fator que desunem os pais dos filhos. E este é o maldito capitalismo.

Provavelmente você já deve ter ouvido falar (isto se não for o seu caso) de pessoas que trabalham 12 horas por dia, às vezes até mais do que isso. Indivíduos que labutam 7 dias por semana. E por aí vai.

Agora, diga-me como é que um pai ou uma mãe poderá acompanhar o crescimento de seus respectivos filhos se eles não os veem porque estão trabalhando na maior parte do tempo?

Logo, isto nos evidencia o malefício que causa o sistema capitalista na sobrevivência das famílias.

O capitalismo não é nada familiar, ele é corporativo. Nele, não existem parentes, e sim colaboradores. Se no âmbito familiar o amor é o que nos une, no ramo empresarial o salário é o que nos afasta dele.

Graças à filosofia capitalista de vida, nós tendemos a viver separados. Tal como aprendemos na empresa: cada qual transita dentro dos limites de seu próprio setor. Não se conversa no ambiente de trabalho, apenas o básico do básico; bom dia para chegar e boa noite para sair.

Se há alguma preocupação em preservar a chamada “família”, devemos extinguir as empresas antes que elas extinguem os tais "laços familiares".

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