sábado, 11 de maio de 2013

Somos o presente


Eu poderia dizer que nós somos o presente ou também o futuro, porém jamais o passado. Nós que estamos aqui, precisamente neste momento, é que fazemos as coisas se realizarem, portanto o porvir é responsabilidade de cada um de nós.

É um grande erro aguardar por líderes, e sermos ingênuos ao ponto de fantasiá-los mentalmente como super-heróis, imortais ou coisas do tipo. É claro que cada um é livre para idolatrar o que e a quem quiser, entretanto há um problema nessa questão que é justamente a acomodação do indivíduo que não faz nada além de venerar, curvar-se, pedir que as coisas simplesmente aconteçam miraculosamente.

Outro ponto que gostaria de alcançar é o de que as personalidades tidas como "importantes", não podem fazer nada sozinhas. Pode-se e até é louvável que você se inspire em pessoas, inclusive nas conhecidas, mas recorde-se também de que existem muitas outras pessoas inspiráveis por aí, em qualquer parte, saiba identificá-las sem que elas estejam estampadas em capas de revista, ou sendo exibidas em programas televisivos.

Portanto, é uma mania se ater aos homens de outro tempo, isto é, aqueles que já morreram, e que além do mais, viveram em um mundo totalmente diferente do atual. Estes são homens pertencentes a outro tempo, logo, tratemos de buscar referências em nossos dias mais recentes, sempre preferencialmente em coisas que sejam mais contemporâneas a nós.

Por fim, essas são as minhas palavras perante uma sociedade que habitualmente louva aos indivíduos do passado desperdiçando aos indivíduos de seu presente. Os homens do pretérito não são melhores do que os homens modernos e vice-versa.

Aprendamos com os erros do passado, mas não vivamos deles. 

Não menospreze a sua existência, e nem o tempo a qual pertence.

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